Marcos da Rosa é cotado para Ministério da Agricultura de Bolsonaro

BRASÍLIA – Conforme reportagem publicada na manhã de hoje, 23, no site www.oantagonista.com, escrito por Diego Amorim, dizia que O Antagonista ouviu integrantes da campanha do candidato do PSL e informa os nomes que estão sendo avaliados pelo presidenciável para o Ministério da Agricultura e do Meio Ambiente (Bolsonaro defende a fusão das duas pastas). Entre eles, estaria o canaranense Marcos da Rosa.

A lista dos ministeriáveis, até aqui, está em ordem alfabética:

— Airton Spies, atual secretário de Agricultura de Santa Catarina. Muito experiente no setor e tem recebido elogios de lideranças em razão de seu trabalho local. É do estado que deu a Bolsonaro uma de suas votações mais expressivas. Pode pesar contra o fato de ter pouco trânsito nacional.

— Frederico D’Avila, eleito deputado estadual pelo PSL de São Paulo. É um dos que ajudou a campanha de Bolsonaro a montar o programa voltado para o agronegócio. Acumula experiência de membro da diretoria da Sociedade Rural Brasileira (SRB) e representante de São Paulo na Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja). Pode pesar contra justamente o fato de ser paulista — produtores de outros estados temem “bairrismo”.

— Luiz Antônio Nabhan Garcia, atual presidente da União Democrática Ruralista. Tem muita experiência no setor e apostou em Jair Bolsonaro desde bem antes do início da campanha. Alguns aliados do candidato, porém, acreditam que Nabhan poderia ser “mais útil” no segundo escalão do governo.

— Marcos da Rosa, ex-presidente nacional da Aprosoja Brasil e membro da associação no Mato Grosso. Não é nome que circula tanto entre aliados de Bolsonaro, mas também é citado como uma possibilidade entre representantes do setor.

— Tereza Cristina, deputada federal reeleita pelo DEM do Mato Grosso do Sul, atual presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, que declarou apoio a Bolsonaro antes do primeiro turno. Tem amplo trânsito no setor e conhece bem o funcionamento do parlamento. Enfrenta algumas arestas com entidades de classe e pode pesar contra o fato de ser de partido do Centrão.