ATUALIZADA DIA 14/09 – 8HS

VILA RICA – A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de envolvimento no desaparecimento do procurador aposentado do Distrito Federal, Saint Clair Martins Souto, e seu filho Saint Clair Martins Souto Filho, procurador do Rio de Janeiro. Eles desapareceram no último domingo (11), no município de Vila Rica.

O suspeito é funcionário da fazenda de propriedade das vítimas e foi preso no município de Colinas do Tocantins (TO). O suspeito revelou que teria matado as vítimas e enterrado os corpos em uma região, próxima à fazenda, a 90 quilômetros da cidade de Vila Rica. A Polícia Civil realiza buscas para confirmar a morte com a possível localização dos corpos.

Segundo o suspeito, as vítimas teriam descoberto que ele estaria desviando gado da propriedade. As informações são do delegado Gutemberg de Lucena.

O suspeito já está sendo tranferido para Vila Rica, onde corre o inquérito policial. O nome do suspeito não foi revelado.

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VILA RICA – A Polícia Civil de Mato Grosso está investigando o desaparecimento de dois procuradores estaduais, pai e filho, na cidade de Vila Rica. Saint-Clair Martins é procurador aposentado do Distrito Federal e Saint-Clair Souto é procurador no Rio de Janeiro.

De acordo com as informações de amigos da família, os dois estavam em uma fazenda, mas ontem de madrugada iriam para Brasília. No entanto, eles não chegaram na cidade e a família não conseguiu mais nenhum contato. Por telefone, o caseiro da fazenda informou à esposa de Saint Clair Filho, que é juíza federal, que os dois tinham saído cedo rumo à Brasília. A informação é do Midia News.

A polícia fez buscas na cidade ainda na segunda-feira e encontrou a caminhonete do procurador aposentado. Pelo rastreador, foi identificado que o veículo estava parado na cidade desde às 5h, sem sinal de arrombamento. O delegado responsável pelo caso, Gutemberg de Lucena Almeida,  informou ao Midia News, que uma terceira pessoa também está desaparecida.

“Um funcionário da fazenda também está desaparecido. Por enquanto, não há muitas informações para serem divulgadas, até mesmo para não atrapalhar as investigações”, disse ele. (Ascom)